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"Equipe organizadora do StartUFPI 2026 A Universidade Federal do Piauí (UFPI), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PROPESQI), encerrou, na sexta-feira (18), a quinta edição do StartUFPI, que teve como tema “Transformando Inovação em Impacto Sustentável”. O evento reuniu estudantes, pesquisadores e parceiros institucionais em torno do fomento ao empreendedorismo, à inovação e à sustentabilidade no ambiente acadêmico, em alinhamento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Equipe vencedora do 1º lugar no Desafio StartUFPI Durante o encerramento, foram anunciadas as equipes vencedoras do Desafio StartUFPI. O primeiro lugar ficou com a Ecomonitor Structure, projeto desenvolvido no Departamento de Estruturas do Campus Ministro Petrônio Portella (CMPP), em Teresina, coordenado pelo professor Wallison Angelim Medeiros. Em segundo lugar, ficou a Bioacaris, representante do curso de Ciências Biológicas do Campus Professora Cinobelina Elvas (CPCE), em Bom Jesus, coordenada pelo professor Thiago Pajeú Nascimento. Já o terceiro lugar foi conquistado pela Pathovision, desenvolvida no curso de Ciências Biológicas do Campus Senador Helvídio Nunes de Barros (CSHNB), em Picos, sob coordenação da professora Ana Carolina Landim Pacheco. Os projetos vencedores receberão apoio financeiro e bolsas para o desenvolvimento das atividades ao longo de 12 meses. O primeiro colocado receberá investimento de R$ 15 mil reais; o segundo, R$ 10 mil reais; e o terceiro, R$ 5 mil reais. As equipes também contarão com bolsas mensais de R$ 1.100 reais para os coordenadores e de R$ 700 reais para cada discente participante. O acompanhamento será realizado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PROPESQI), em parceria com a Fundação Cultural e de Fomento à Pesquisa, Ensino, Extensão e Inovação (FADEX). Reitora Nadir Nogueira Durante o encerramento, a reitora da UFPI, Nadir Nogueira, explicou que o StartUFPI tem como principal objetivo aproximar pesquisa, tecnologia e inovação na busca por soluções voltadas ao desenvolvimento sustentável. Ela também destacou a importância da premiação como forma de valorizar os projetos desenvolvidos pela comunidade acadêmica. “O StartUFPI foi marcado por aprendizados, conexões e ideias transformadoras, fortalecendo o compromisso da Universidade Federal do Piauí com o desenvolvimento de soluções criativas, inovadoras e sustentáveis, além do incentivo ao empreendedorismo. A premiação representa também o reconhecimento do talento e da dedicação de estudantes e docentes que se empenharam na construção de projetos com potencial de gerar impactos positivos para a sociedade. Parabenizamos todos os participantes, mentores, organizadores e parceiros que contribuíram para essa jornada. Que esta edição seja apenas o início de muitos outros projetos, parcerias e conquistas em nossa Universidade”, enfatizou. Pró-reitor da PROPESQI, Rodrigo Veras Para o pró-reitor de Pesquisa e Inovação, Rodrigo Veras, o evento consolidou-se como um pilar do ecossistema de inovação e empreendedorismo do Estado. “O balanço final do evento nos enche de orgulho. Durante o evento, vimos o Cine Teatro lotado e pulsando com a energia da nossa comunidade acadêmica, unindo criatividade, ciência e o firme propósito de responder ao nosso chamado de gerar um ‘Big Push’ rumo à sustentabilidade”, destacou. “O resultado deste ano reflete perfeitamente a força da nossa interiorização e a pluralidade da pesquisa produzida na nossa instituição. Quero parabenizar imensamente as equipes vencedoras”, concluiu o pró-reitor. Entre os projetos que receberam menções honrosas, ficaram: em quarto lugar, o projeto Seven, coordenado pelo professor Carlos Eduardo Batista de Lima, do Departamento de Clínica Geral, do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFPI); em quinto, o projeto Moribio Technologies, coordenado pelo professor Tiago de Oliveira Sousa, do Departamento de Ciências Biológicas, do Campus Professora Cinobelina Elvas (CPCE/UFPI), em Bom Jesus; em sexto, o projeto Meu Imóvel Rural, coordenado pelo professor Lineardo Ferreira de Sampaio Melo, do Departamento de Transportes, do Centro de Tecnologia (CT/UFPI); e, em sétimo, o projeto Opala – Plataforma de Educação Financeira, coordenado pelo professor João Carlos de Oliveira Souza, do Departamento de Matemática, do Centro de Ciências da Natureza (CCN/UFPI). A programação da quinta edição do StartUFPI contou com palestras, oficinas, feira de startups, feira verde, premiação do Desafio StartUFPI, entre outras atividades. A iniciativa também foi organizada pelo Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NINTEC/UFPI) e pelo Grupo de Agentes Acadêmicos de Inovação (GAAI/UFPI).Confira mais fotos: Equipe vencedora do 2º lugar Equipe vencedora do 3º lugar Menções honrosas"
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"Estudo em fase pré-clínica combina o quimioterápico temozolomida a nanocápsulas revestidas com quitosana; próxima etapa envolve testes em modelo animal Uma rede multidisciplinar de pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), liderada pelo doutorando Helber Alves Negreiros e pelo mestrando Igor Gabriel Barbosa de Sousa, sob orientação do professor João Marcelo de Castro e Sousa, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal do Piauí (PPGCF/UFPI), está desenvolvendo uma nanoformulação para o tratamento do glioblastoma, o tipo mais comum e agressivo de câncer cerebral, capaz de apresentar atividade citotóxica aproximadamente 55 vezes maior que a temozolomida (TMZ) livre, em testes de laboratório. O resultado foi observado em ensaios in vitro com células humanas da linhagem U87-MG e faz parte de um estudo, que teve seus resultados publicados em periódico científico internacional em 2026. A pesquisa encontra-se atualmente em fase pré-clínica, com a equipe trabalhando na padronização de um modelo animal para a realização dos próximos testes. Professor João Marcelo de Castro e Sousa O professor João Marcelo de Castro e Sousa, enfatiza a importância da inovação científica do estudo em evidência: “Este projeto é importante porque busca enfrentar um dos principais desafios no tratamento do glioblastoma: a dificuldade de fazer com que o medicamento alcance de forma mais eficiente o local do tumor e a resistência que pode surgir ao longo do tratamento. Ao associar a temozolomida à nanotecnologia, utilizando uma estratégia de administração intranasal, buscamos desenvolver uma alternativa que possa melhorar o direcionamento e a ação do fármaco. Além da relevância científica, a pesquisa parte de uma demanda observada junto a profissionais da área de neurologia oncológica, aproximando a Universidade das necessidades da prática clínica.”, comentou. Helber Alves Negreiros, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal do Piauí (PPGCF/UFPI) De acordo com doutorando Helber Alves Negreiros, a expectativa é que a nanoformulação possa contribuir para uma futura inovação tecnológica no tratamento do glioblastoma: “espera-se que a inovação tecnológica aplicada com a utilização de nanoformulações com quitosana possa otimizar o tratamento atualmente disponível com temozolomida, minimizar os efeitos colaterais presentes e finalmente, melhorar o prognóstico dos pacientes com esse tipo de câncer do Sistema Nervoso Central”, pontuou. A motivação para o estudo surgiu a partir do diálogo direto entre os pesquisadores e profissionais das equipes de neurologia oncológica dos hospitais São Marcos e Getúlio Vargas (HGV), em Teresina. Na prática clínica, observava-se uma grande limitação: o desenvolvimento de resistência das células tumorais à temozolomida (TMZ), o medicamento padrão adotado no combate à doença. O glioblastoma é a neoplasia maligna mais agressiva do sistema nervoso central (SNC), correspondendo a cerca de 15% das neoplasias do SNC. Caracterizado pelo crescimento rápido e capacidade de infiltração no tecido cerebral, o glioblastoma apresenta um prognóstico severo, com taxa de sobrevivência média de apenas 15 meses. Diante desse cenário, os pesquisadores buscaram por estratégias capazes de aumentar a resposta ao tratamento. Entenda o processo de construção da pesquisa Durante as fases iniciais dos estudos, a equipe de pesquisadores identificou que a nanoformulação originalmente planejada com ácido cafeico poderia apresentar um tamanho de partícula elevado, o que dificultaria sua capacidade de atravessar a Barreira Hematoencefálica (BHE) para atingir as células tumorais no cérebro. A partir dos resultados de uma revisão sistemática publicada pelo grupo em 2024, intitulada “Application of Nanoformulations as a Strategy to Optimize Chemotherapeutic Treatment of Glioblastoma: A Systematic Review”, os pesquisadores substituíram o ácido cafeico pela quitosana, polímero natural extraído da carapaça de crustáceos, que melhora a captação cerebral devido à sua carga positiva aumentando a internalização de medicamentos antitumorais no cérebro, associada a um carreador lipídico nanoestruturado (Nanocápsula de Gordura), redefinindo o título oficial do trabalho para: “Nanotecnologia Aplicada ao Tratamento do Glioblastoma: da Evidência da Literatura à Síntese, Caracterização e Avaliação In Vitro e In Vivo de um Carreador Lipídico Nanoestruturado Funcionalizado com Quitosana Contendo Temozolomida”. A temozolomida é um agente quimioterápico utilizado no tratamento do glioblastoma que atua provocando danos no DNA das células tumorais, interferindo na capacidade de crescimento e divisão. Até o momento, os resultados apresentados foram realizados em testes in vitro. Na análise de citoxicidade, a temozolomida encapsulada e funcionalizada com quitosana apresentou atividade antitumoral aproximadamente 55 vezes mais potente do que a temozolomida livre. A nanoformulação desenvolvida pelos pesquisadores utiliza um carreador lipídico nanoestruturado, uma estrutura microscópica de gorduras sólidas e líquidas que encapsula a temozolomida (TMZ), e possui a superfície revestida por quitosana. A matriz de gordura atua como sistema de transporte do medicamento, enquanto a quitosana, por apresentar carga positiva, pode favorecer a interação das nanopartículas com as células tumorais. A substância também possui propriedades mucoadesivas e capacidade de interação com junções celulares, características que fundamentam a investigação de estratégias para melhorar a entrega da TMZ ao cérebro. A síntese e caracterização das nanopartículas foram realizadas no Laboratório Biotech Pharm da UFPB, sob a coordenação do professor Humberto, enquanto os ensaios biológicos com células humanas de glioblastomas (linhagem U87-MG) ocorreram no Laboratório de Pesquisa em Genética Toxicológica (LAPGENIC/UFPI), sob coordenação do professor João Marcelo. Os resultados originaram uma publicação científica internacional em 2026, intitulada “Synthesis and characterization of chitosan-functionalized nanostructured lipid carriers with temozolomide: cytotoxic effects and chromosomal instability in human glioblastoma cells”. A pesquisa encontra-se na fase pré-clínica, que é a etapa inicial no desenvolvimento de um novo medicamento. Após um estabelecimento melhor da terapia in vitro, os pesquisadores pretendem investigar in vivo em um modelo de câncer de cérebro xenotransplantado (U87) em camundongos (Mus musculus Balb/c), que permitirá avaliar, em organismos vivos, a eficácia antitumoral, a biodisponibilidade e a segurança da nanoformulação. Para o professor João Marcelo, a expectativa é que, após essa etapa, sejam aprofundados os estudos sobre a administração intranasal da formulação e seu potencial para melhorar a entrega da temozolomida ao cérebro: “Para as próximas etapas, nossa expectativa é concluir a caracterização da nanoformulação e avaliar sua atividade e segurança inicialmente em modelos in vitro. A partir dos resultados, pretendemos avançar para os estudos in vivo, utilizando um modelo experimental de glioblastoma. Esperamos que os resultados contribuam para ampliar o conhecimento sobre o uso da nanotecnologia no tratamento desse tumor e, futuramente, possam subsidiar o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas mais direcionadas e eficazes.” , citou. Igor Gabriel Barbosa de Sousa, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal do Piauí (PPGCF/UFPI) A pesquisa conta com o financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O projeto conta também com uma equipe multidisciplinar de pesquisadores das áreas de Ciências Farmacêuticas, Nanotecnologia, Nanomedicina, Oncologia, Farmacologia, Toxicologia, Biotecnologia e Neurociências: Victor Alves de Oliveira, Irislene Costa Pereira, João Pedro Alves Damaceno do Lago, Maria Eduarda Lira Leal Pires, Ana Carolina Lima de Melo, Lia Raquel Alves Silva, Mateus Lima Almeida, Maria dos Milagres Carvalho Santos, Glissia Lysandra dos Santos Marciel, Francisca Rafaela Ferreira de Souza, Kellyane de Sousa Lopes Aguines, Jefferson da Cruz Esteves, Samuel Lemos Paiva, João Pedro Crispim Guerra Rodrigues, Lucas Medeiros Martins Carvalho, Pedro Henricke Oliveira de Souza, Ana Flávia Chaves Uchôa, Anny Leticia Marinho Ramos Cardoso, Waleska Fernanda de Alencar Sales, Maria Hérika da Silva Bastos, Lidiane de Lima Feitoza, Dalton Dittz Júnior, Felipe Cavalcanti Carneiro da Silva, Francisco Humberto Xavier-Júnior, Paulo Michel Pinheiro Ferreira e João Marcelo de Castro e Sousa."
"Bolsas de pós-graduação são essenciais para permanência de discentes e estimulam a produção científica A Universidade Federal do Piauí (UFPI) alcançou resultado de destaque no Programa de Apoio à Pós-Graduação Stricto Sensu (PAPG), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI). Das 275 bolsas concedidas pelo Edital nº 005/2026, 176 estão vinculadas a programas de pós-graduação da UFPI, o equivalente a 64% do total. Entre as bolsas de doutorado, a participação da Universidade chega a 90%: das 30 bolsas concedidas, 27 foram destinadas a programas da Instituição. O resultado final foi homologado pela FAPEPI no dia 15 de setembro. Ao todo, a UFPI teve 42 propostas contempladas, que somam 149 bolsas de mestrado e 27 de doutorado. De acordo com a consolidação dos dados realizada pela FAPEPI, a Universidade solicitou 222 bolsas e obteve 176, alcançando taxa de sucesso de 79%. O resultado abrange programas de diferentes áreas do conhecimento, entre elas saúde, ciências humanas, educação, ciências exatas e da natureza, engenharias, ciências agrárias, comunicação e gestão pública. A distribuição também evidencia a abrangência territorial da pós-graduação da Universidade, com programas contemplados em Teresina, Bom Jesus e Floriano. Reitora Nadir Nogueira. Foto: Arquivo SCS/UFPI Segundo a reitora da UFPI, Nadir do Nascimento Nogueira, o resultado reflete os avanços da Universidade na criação de melhores condições para o desenvolvimento da pesquisa, associados aos investimentos institucionais e à participação em editais de captação de recursos. “Quero cumprimentar o professor João Xavier da Cruz Neto, que preside atualmente a FAPEPI e tem realizado um trabalho exemplar de fomento e incentivo à pesquisa e à pós-graduação. Neste edital, especificamente, quero também cumprimentar todos os programas de pós-graduação e os pesquisadores contemplados, além de destacar a importância dos recursos disponibilizados para o fortalecimento da qualificação e da infraestrutura de pesquisa. Cumprimento, ainda, todos os pesquisadores da UFPI que participaram das propostas e foram contemplados com essas bolsas, bem como nossos alunos vinculados aos programas de pós-graduação, tanto em nível de mestrado quanto de doutorado”, enfatiza. A UFPI também se destaca entre as propostas mais bem avaliadas. Das 20 primeiras colocadas na classificação geral, 14 são da Universidade. O Programa de Pós-Graduação em Matemática (PPGMAT) obteve nota 9,85 e ocupa a segunda posição na classificação geral, empatado na maior nota registrada no resultado. Também estão entre as propostas da UFPI nesse grupo os programas de Ciências Farmacêuticas, História do Brasil, Ciência e Engenharia de Materiais, Farmacologia, Letras, Políticas Públicas, Filosofia, Química, Enfermagem, Ciência da Computação em associação com a UFMA, Ciências Agrárias, Ciências e Saúde e Desenvolvimento e Meio Ambiente. A diversidade dos programas contemplados se estende por diferentes áreas do conhecimento. A UFPI obteve bolsas para programas de Sociologia, Agronomia, Matemática, Ensino de Física, Antropologia, Educação, Ciência Política, Zootecnia Tropical, Física e Ciência da Computação, entre outros. Também foram contemplados programas de Biodiversidade e Conservação, Saúde da Família, Alimentos e Nutrição, Geografia, Odontologia, Comunicação, Economia, Engenharia Elétrica, Gestão Pública e Saúde e Comunidade. Pró-reitor da PRPG, Carlos Sait. Foto: Arquivo SCS/UFPI De acordo com o pró-reitor de Ensino de Pós-Graduação, Carlos Sait, o resultado ultrapassa a dimensão quantitativa e evidencia a importância estratégica do fomento para o fortalecimento da pós-graduação da UFPI. “A magnitude e o significado desse resultado transcendem a métrica dos números, pois traduzem a relevância e o valor estratégico desse fomento para o desenvolvimento e a maturidade institucional da pós-graduação da UFPI. Esse fomento impulsiona os indicadores de produtividade intelectual, otimiza o tempo de titulação e fortalece as bases para a elevação dos conceitos dos programas na Avaliação Quadrienal da CAPES, consolidando a UFPI como uma instituição federal de ensino superior (IFES) de excelência em pesquisa stricto sensu. A bolsa de estudos transcende a natureza de um auxílio financeiro; ela constitui uma política de permanência estudantil e de valorização do pesquisador. Ao assegurar condições de subsistência digna para 149 mestrandos e 27 doutorandos, a instituição contribui para reduzir os riscos de evasão acadêmica decorrentes de vulnerabilidades socioeconômicas”, frisa. O PAPG tem como objetivo apoiar a pós-graduação stricto sensu no Piauí por meio da concessão de bolsas para estudantes de mestrado e doutorado. Nesta edição, foram concedidas 245 bolsas de mestrado e 30 de doutorado, totalizando 275 bolsas. Conforme o edital, as bolsas têm valor mensal de R$ 2,1 mil para o mestrado, por até 24 meses, e de R$ 3,1 mil para o doutorado, por até 48 meses. Considerando os valores e os períodos máximos previstos no edital, as 176 bolsas vinculadas aos programas da UFPI representam um potencial de R$ 11.527.200, ou cerca de R$ 11,53 milhões, em apoio à formação de mestres e doutores. Desse montante, R$ 7.509.600 correspondem às 149 bolsas de mestrado e R$ 4.017.600 às 27 bolsas de doutorado. O cálculo considera a manutenção de todas as bolsas pelo período máximo previsto no edital e não representa recurso repassado diretamente à Universidade."
"A Universidade Federal do Piauí (UFPI), por meio da Coordenadoria de Saúde, Esporte e Bem-Estar (COSEB), em parceria com o PRAEC/UFPI), desenvolveu o “Manual de Saúde Mental: um guia para o estudante”. O projeto tem como objetivo promover a saúde mental dos estudantes universitários, por meio da disseminação de informações sobre serviços, espaços e projetos da instituição voltados à saúde mental e à adoção de um estilo de vida saudável, disponíveis nos campi de Teresina e Bom Jesus. A cartilha integra a pesquisa nacional e internacional multicêntrica University Students’ Lifestyle Behaviors and Mental Health Cohort (UNILIFE-M), que busca avaliar os impactos de hábitos de vida saudáveis na saúde mental de estudantes universitários. A iniciativa conta com a participação de instituições de mais de 28 países e de mais de 60 universidades. O manual reúne informações sobre onde encontrar apoio psicológico gratuito, serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e atividades voltadas ao bem-estar e à qualidade de vida. A publicação busca contribuir para a promoção da saúde mental no ambiente universitário, ampliando a visibilidade, o acesso e o conhecimento dos estudantes sobre os serviços disponíveis e os cuidados relacionados à saúde mental e ao estilo de vida saudável. Acesse aqui o Manual de Saúde Mental: um guia para o estudante."